Raios. Já tem quase uma semana desde a última atualização e não me vem idéia alguma à cabeça. Pensei em homenagear o aniversário do Rio de Janeiro, falando mal de São Paulo, lugar estranho onde os restaurantes servem babadores para quem for comer macarrão.
Pensei também em voltar ainda mais no tempo e me lembrar dos primeiros computadores que tive. Um MC 1000 da CCE (com teclinhas de borracha tipo chiclete e joguinhos em fita cassete que só vendiam no Boulevard da 28 de Setembro, em Vila Isabel). Depois veio um CP-400 da Prológica, chiquérrimo e, enfim, o maravilhoso MSX. Daí foi para o universo numérico dos PCs, começando por um 286 com tela preta e âmbar.
Hmmm. Sei não. Não sei o que escrever e noto que meu tamagotshi já reclama de fome, está murchinho num canto. Não sei se é falta de comida, de atenção ou de livros. Pensei em repercutir a volta do Super 11, aquele mesmo de que falei algumas semanas atrás. Ele voltou, acreditem! Utilizando a rede do provedor gratuito POP, da GVT, ele promete não só dar acesso gratuito como pagar aos usuários que ficarem pendurados nele. Tipo assim: você se conecta. Abre o Morango (ou o site de popozudas de sua preferência) e fica lá. Pela primeira vez na vida, alguém vai te pagar para ver mulher pelada. Não sei quanto a vocês, mas eu não investiria meus ricos reaiszinhos nesta iniciativa.
Também poderia falar sobre qualquer coisa, afinal isso aqui é um blog. Alguém está interessado numa resenha de Supremacia Bourne? Ou em conhecer o fantástico Darth Tater, o Darth Vader cabeça de batata? (Mais no blog do Ock-Tock).
Poderia falar sobre o Severino Cavalcanti ou engrossar o coro do Fora Rosinha (não desistam, companheiros!). Ou até mesmo falar sobre o dia em que o Canal Web conseguiu furos de reportagem entrevistando políticos no enterro de Mário Covas, data em que Esperidião Amim soltou a pérola: “Software em Santa Catarina? Rapaz, nós temos mais software que pão!”.
Bom... desisto. Amanhã penso em algo melhor.