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18 Abril, 2005
A volta da convergência
Semana passada a Rede Globo de Televisão anunciou uma parceria com a norte-americana Intel para tornar seu conteúdo realmente convergente. Um exemplo do novo posicionamento é a migração do Globo Media Center - hoje disponível no portal Globo.com - para celulares. A novidade, tão bacana como com alto grau de ser mais um vaporware corporativo, aquelas mega-alianças que não vão a lugar algum, me fez lembrar quanto tempo levamos entre as primeiras idéias e as pioneiras aplicações reais da convergência de conteúdos e da divergência de mídias. Isto é, termos um conteúdo só disponível de formas diferentes em dispositivos diferentes. Essa capacidade de mutação do conteúdo será crucial se quisermos ter uma TV convergindo para outros meios. Imagine a migração pura e simples do sinal de um jogo de futebol para a pequenina tela de um celular? É por isso que aqueles que trabalham sério com a convergência buscam recriar, ou ao menos reeditar, o conteúdo para que ele funcione bem nos terminais a que se destinam. O mais legal foi ver que todo esse assunto tem tudo a ver com um artigo que escrevi em 2001, que inaugurou este site e que, guardadas as devidas proporções, continua atual. E merece uma leitura, apesar de grandalhão.
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