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Arquivo da categoria ‘CIBT’

Gambiarranomics – palestra no InterAct 2010

julho 17th, 2010

As boas práticas para o planejamento e a criação todo mundo conhece: métricas, benchmarks, planejamento detalhado e justificar maior investimento para se colher mais resultados. Mas e o outro lado? Será que a escassez de recursos e um certo “jeito moleque” também pode ser útil?

Palestra dada no iMasters InterAct 2010, no Rio de Janeiro.

Gambiarranomics

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Gerador de pautas para o Globo Repórter

junho 21st, 2009

O Globo Repórter sempre foi uma das melhores coisas da TV aberta. Em tempos pré-TV a cabo, era a fonte praticamente exclusiva de bons documentários e ainda hoje traz reportagens excelentes, mas que acabam seguindo uma fórmula bastante específica.

Pensando nisso, os especialistas do Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) desenvolveram uma ferramenta para ajudar a criar pautas para muitas sextas-feiras. Para utilizar, basta selecionar um trecho de cada campo abaixo e ver o tema que surge.

E você? Tem alguma sugestão de pauta?

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Todo mundo quem?

abril 11th, 2009

“Todo mundo está falando que fulano vendeu um post”. É comum ouvir isso a cada polêmica ou nova febre no Twitter. “Todo mundo” alguma coisa. Na verdade, se você fizer uma enquete pelas ruas do Rio, de SP e de Recife, raríssimas serão as pessoas que estarão indignadas com o uso de scripts para seguir milhares de pessoas no Twitter.

O assunto, tampouco, foi pauta na reunião do G20, enredo de escola de samba (“tuiteeeei… Lá da Sapucaí… E aí, e aí…“) ou tema no sermão do padre (“irmão, não seguireis a quem não te queres seguindo“). Mas ainda assim a gente considera isso a preocupação maior de “todo mundo”.

Quem é “todo mundo”? Se a resposta é o infalível “depende”, o Twitter a torna ainda mais curiosa. A partir do momento em que você monta sua rede de 100, 200 seguidos, e começa a seguir aqueles desconhecidos com quem seus conhecidos conversam, você monta um universo fechado onde, mais ou menos, todo mundo segue todo mundo. É como um Barrados no Baile, onde todo mundo pegava todo mundo, só que sem a Shannon Doherty.

Como praticamente todas as conversas, desabafos, babados e polêmicas que você acompanha parecem fazer sentido – afinal você lê os diálogos quase inteiros -, têm-se a impressão de que você de fato segue “todo mundo”. Se seu universo de seguidos não toca no assunto, é porque o assunto obviamente não existe.

O novo Google somos nozes. São nossos contatos de primeiro e segundo grau que definem, via Twitter, o que é ou não é tendência. O que existe ou não. O que eu devo ver ou não. São eles que definem que posts pagos ou o viral da moda são o assunto preferido de “todo mundo”.

Para um humano normal, tal comportamento não passa de um fenômeno delicioso para os cientistas sociais analisarem. No fundo, ele não é novo. O “todo mundo” de cada sempre foi muito reduzido. A diferença é que agora ele tem ares de coisa quantificável. De fato aquele interminável rio de frases curtas parece ser tudo. Parece ser todo mundo.

Mas para quem trabalha com redes sociais, esse comportamento é perigoso. Precisamos praticar o sempre saudável exercício de nos afastarmos. De reconhecermos que, sim, “Hanna Montanna” é um dos assuntos mais quentes no Twitter hoje, embora ninguém que eu siga tenha falado sobre isso. É fundamental fugirmos do etnocentrismo, aqui travestido de um ciberetnocentrismo. De acharmos que virais, posts pagos e panes no Speedy são a paixão nacional. Mesmo que “todo mundo” só fale disso.

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O reboot final: a era do cyborg

fevereiro 28th, 2009

Crise mundial, engenharia genética e robótica criarão o homem 2.0?

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Global Crisis Generator

fevereiro 6th, 2009

Efeito estufa, buraco na Camada de Ozônio, ebola, crise econômica, Vasco na série B… a cada dia surge uma nova ameaça prontinha para mandar a humanidade para o beleléu. Na verdade, esse papo de fim do mundo é tão velho quanto o próprio mundo, o que faz com que seja cada vez mais difícil arrumarmos uma crise global inovadora e criativa.

Pensando nisso, o Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) traz para vocês o revolucionário Global Crisis Generator:

A mecânica é simples. Basta você escolher um termo dentro de cada caixinha abaixo e pronto! Uma crise global para chamar de sua! Deixe sugestões de novas crises nos comentários!

e todos nós

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Campus Party: de woodstock a micareta

janeiro 27th, 2009

Algo se perdeu na última edição da Campus Party. Pode ter sido o frescor da novidade. Ou a bela arquitetura do Pavilhão da Bienal, substituído pelo “sem-sal” Centro Imigrantes. Ou a mudança no perfil dos participantes, talvez interessados demais em social e menos em mídia, tecnologia, inovação. Enfim, senti (no curto tempo que fiquei por lá, apenas um dia), um clima mais de micareta geek do que o Woodstock geek do ano anterior.

Mas há coisas boas, e muitas. O evento mostrou, mais uma vez, que existe um mercado em torno deste universo, com diversas empresas que crescem e coexistem de forma pacífica, colaborativa. Mostrou que existe um considerável número de pessoas interessadas em tecnologia, mas não como produtos de consumo, um DVD que você compra e leva pra casa. Tecnologia como agente de mudança. Como inovação, como invenção, como revolução.

Perdi apresentações e debates que sei que foram excelentes. Temas que sua mera inclusão no Painel já justificam a plenária. E encontrei pessoas que estavam ali deixando seu tijolinho na construção do futuro. Os empreendedores, que exibiram seus projetos no CPLabs, a turma do faça-você-mesmo, e os sempre fascinantes garotos e garotas da robótica. Convenhamos, não há muitos espaços onde você pode passar dias imerso aprendendo a construir robôs. Isso muda uma vida. Isso faz perceber que, hoje e no futuro, não precisamos ter uma profissão. Podemos simplesmente fazer coisas, como escrevi num post logo depois da Cparty do ano passado. Esse espírito continua.

Esse espírito, que permaneceu em alguns grupos e bancadas, meio que se perdeu no todo (ou estava lá mas não consegui perceber). Para mim, a Campus Party é valiosa como espaço único para se reunir com conhecidos e desconhecidos e criar juntos. Em construir algo juntos. Para plantar a semente de projetos que poderão crescer nos meses seguintes, ou para despertar vocações. E nem tanto como um espaço para aparecer ou “rickrollear” mais que os outros. Não é o espírito Sapucaí do “ver-e-ser-visto”. Isso faz parte? Quebra gelo? Diverte? Claro! A Campus Party, como o nome diz, é uma grande festa. Mas isso a gente consegue em qualquer lugar. Até mesmo no carnaval que se aproxima.

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Quantos ônibus seus seguidores no Twitter lotariam?

dezembro 12th, 2008

É sempre complicado saber se você é um sucesso no Twitter ou não. Afinal, o que são 100, 200, 10 mil seguidores? Com o que comparar para saber se você é popular mesmo ou não?

Para facilitar, o Cassano Institute of Bizarre Technologies (CIBT) desenvolveu essa simples calculadora que o ajuda a tangibilizar em situações do dia-a-dia seu séquito de seguidores. É a versão Twitter da famosa tática de explicar o tamanho das coisas em “campos de futebol” ou em “área do Espírito Santo”.

Basta preencher o campo abaixo com seu número de seguidores e mandar bala!

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CIBT

Aceita cartão? Posso passar no caixa?

novembro 16th, 2008

Sabe aquela interface mega-hiper falada de Minority Report? Então, é ela de novo. Só que desta vez é de verdade.


g-speak overview 1828121108 from john underkoffler on Vimeo

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Novos significados para "gambiarra"

outubro 23rd, 2008

A gambiarra é a melhor amiga do homem. É ela que permite a inovação e a perpetuidade da espécie. Sem ela não haveria o McGyver, por exemplo. Além de nos permitir fazer mil coisas, a gambiarra também pode assumir mil significados.

Gambiarra pode ser…

Um animal
“Uma gambiarra de três metros e 600 Kg encalhou na costa Sul de Santa Catarina…”

Um prato
“Hmmm… Vou pedir essa gambiarra à bolonhesa, com rúcula e tomate seco. Mas dá pra trocar o manjericão por orégano grego?”

Um jogador italiano
“Canavarro avança, toca para Gambiarra, tabela com Cassano e é gol. Gooool!!!”

Um remédio
“Pra curar essa micose você vai tomar uma gambiarra 500mg de 8 em 8h.”

Um lugar
“Quando visitei Gambiarra ano passado choveu o tempo todo, mas os restaurantes eram ótimos”

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Robô novo na família

setembro 29th, 2008

A família de robôs do CIBT ganhou mais um membro. Este pequeno Wall-e tem uns 5 cm de altura. É um brinquedo mesmo, encontrado nas melhores lojas do ramo, mas o acabamento é de primeira, cheio de detalhes e movimentos. Ele até abre e fecha as mãos, enquanto você, ridículo, faz o áudio: “Eeeeeeeevaaaaaaa”.

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