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A inspiração para o Tie Fighter?

Todo fã de Star Wars sabe que as cenas de batalha entre a Millenium Falcon (a nave pilotada por Han Solo) e Tie Fighters (os caças do Império) foram inspiradas em registros cinematográficos de pegas-pra-capar aéreos da Segunda Guerra Mundial.

Mas o que eu não sabia – e acredito que muitos não saibam – é que o design do próprio Tie Fighter foi inspirado em aeronaves da Grande Guerra. Na imagem abaixo, o modelo original utilizado nas filmagens dos episódios IV, V e VI. Ao lado, foto tirada no Museu das Armas, em Paris, na fantástica exposição permanente sobre as guerras mundiais. Trata-se de um módulo de artilharia dos grandes aviões da época.

São ou não são muito parecidos?

Tie Fighter original Vs Artilharia da Segunda Guerra

Robô novo na família

A família de robôs do CIBT ganhou mais um membro. Este pequeno Wall-e tem uns 5 cm de altura. É um brinquedo mesmo, encontrado nas melhores lojas do ramo, mas o acabamento é de primeira, cheio de detalhes e movimentos. Ele até abre e fecha as mãos, enquanto você, ridículo, faz o áudio: “Eeeeeeeevaaaaaaa”.

Boba Fett dançando Flashdance

É. Isso aí. O vídeo fala por si.

Dica do Fábio Nakane, via Vox Nerduli.

Interrogatório do Batman

Ok, esse vídeo deve estar em mil sites, blogs, twitter.
Ok, não costumo colocar “vídeos legais da internet aqui”.

Mas esse vídeo é simplesmente FANTÁSTICO.

Gargalhadas garantidas. Excelente performance e roteiro e brilhante legendagem em português.

Star Wars Mahna Mahna

Os muppets cantam Manah Manah.

O Cake regrava Manah Manah.

Alguém faz um compiladão da trilogia original de Star Wars em 3 minutos.

Esse alguém bota o Manah Manah do Cake como trilha.

Sensacional.

Nível nérdico máximo atestado pelo CIBT (Cassano Institute of Bizarre Technologies)

10 coisas que você NÃO deve fazer com um sabre de luz

10 coisas que você NÃO deve fazer com um sabre de luz
1. Palitar os dentes
2. Fazer a barba
3. Tirar meleca
4. Sexo
5. Praticar salto em altura
6. Usar como barreira numa prova de 400m
7. Fazer o “Eu te nomeio Sir Fulano de Tal” em alguém
8. Fazer piercing
9. Comer comida japonesa (no caso, com dois sabres de luz)
10. Fazer malabarismo em sinais de trânsito

Top 5 frases favoritas do Pica-pau

#5
“Um mergulhinho, dois mergulhinhos… NÃO DESPERDICE O MEU AÇÚCAR!”
Adoçando o chá de uma pão-dura.

#4
“Um pra você, um pra mim. Dois pra você; um, dois pra mim.”

Dividindo dinheiro de uma forma, digamos, esperta.

#3
“E lá vamos nós…”

Bruxa tentando encontrar sua vassoura voadora.

#2
“Voodoo é pra jacu!”

Enfrentando um Jacaré-bruxo

E a melhor de todas…

#1
“Em todos esses anos nessa indústria vital, é a primeira vez que isso me acontece”


Pobre trabalhador de empresa de energia.

Eu não contrataria o Indiana

Indiana Jones
Muito divertido o novo Indiana Jones, digno da trilogia que o antecedeu. Mas me incomodou o excesso de tiros, perseguições e corre-corre. Nosso Indiana passa mais minutos na tela incorporando um Jason Bourne sessentão do que desvendando os deliciosos enigmas que o levaram à Arca da Aliança (que aparece discretamente no comecinho do filme, em uma das várias piadinhas referentes às películas anteriores).

Também assusta como a Amazônia fictícia de Hollywood se difere da real. Por eles, nossa floresta é cheia de formigas gigantes carnívoras, as Cataratas do Iguaçu ficam no Amazonas e nossos índios mais se parecem com aborígenes australianos. É engraçado.

E a frase final: você contrataria um arqueólogo que marreta, esfaqueia e arremessa relíquias milenares sem um pingo de dor na consciência?

Todos (ou quase todos) os sofás dos Simpsons

Alguém se deu ao trabalho de compilar centenas de sofás dos Simpsons… sabe a seqüência de abertura, onde a família sempre termina no sofá da sala, mas em situações sempre diferentes? Pois é. Quase 5 minutos delas pra vocês.

Adoro aquela onde eles encontram Fred Flintstone no sofá…

Por onde ando?

Depois de um longo e tenebroso inverno sem posts, volto com um vídeo meio que experimental.

Durante os últimos meses, sempre que passava por um lugar diferente filmava meus passos durante 30 segundos usando o celular.

O resultado é este vídeo, onde cenários (é divertido tentar associar o chão ao lugar), calçados e ritmos das passadas se alternam.

Aqui tem registros dos solos no Rio (prédios, ruas, calçadas, metrô, praia), São Paulo e Brasília.

O bom de filmar os próprios pés é que as pessoas acham que você está lendo ou vendo algo no celular e você não passa por maluco.

Espero que vocês curtam!