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	<title>Brogue do Cassano :: Comunicação, nerdices, mídias sociais e tecnologia &#187; Rio de Janeiro</title>
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	<description>Nerdices, tecnologia, internet, comunicação, mídias sociais e milkshake</description>
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		<title>O efeito eco no Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[assincronismo]]></category>
		<category><![CDATA[calamidade pública]]></category>
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		<description><![CDATA[Para que ninguém diga que sou deslumbrado: descobri uma falha no Twitter como modelo de comunicação. Uma das coisas mais bacanas dele e das redes sociais em geral é o funcionamento assíncrono. Explico: Telefone = síncrono. &#8220;Alô?&#8221; &#8220;Alô. Tudo bem?&#8221; &#8220;Tudo, e você?&#8221; &#8220;Tudo. Espera um minuto que vou tirar o gato de cima da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que ninguém diga que sou deslumbrado: descobri uma falha no Twitter como modelo de comunicação. Uma das coisas mais bacanas dele e das redes sociais em geral é o funcionamento assíncrono. Explico:</p>
<p><strong>Telefone = síncrono</strong>. &#8220;Alô?&#8221; &#8220;Alô. Tudo bem?&#8221; &#8220;Tudo, e você?&#8221; &#8220;Tudo. Espera um minuto que vou tirar o gato de cima da mesa&#8221; &#8220;Tá&#8230;&#8230;&#8230;&#8221;</p>
<p><strong>Twitter = assíncrono</strong>. &#8220;PQP! O gato arranhou a mesa toda!&#8221; &#8211; 15 minutos depois &#8211; &#8220;RT @emissor PQP! O gato arranhou a mesa toda! // Hahaha #rialto&#8221;</p>
<p>Essa característica permite que várias pessoas acompanhem e se engajem em inúmeras conversações sem que elas precisem virar operadoras de telemarketing. Mas isso tem um efeito problemático. Quando acontece algum evento de grande repercussão ou de calamidade pública, é absolutamente natural que as pessoas queiram repassar informações importantes para suas redes. </p>
<p>Falo isso ainda no calor de uma chuva fortíssima que alagou completamente a cidade do Rio de Janeiro. Bem no início da manhã, as emissoras de rádio e TV começaram a comunicar que o prefeito Eduardo Paes tinha pedido aos moradores que evitassem sair de casa, visto que as principais vias estavam interditadas. O prefeito usou seu próprio Twitter para isso.</p>
<p>Acontece que, embora o caos permaneça, as pessoas seguem replicando (fazendo retuítes, RTs) a mensagem por horas (escrevo este texto pouco antes das 10h), sem ter certeza de que o alerta continua válido. </p>
<p>Ou seja, o &#8220;Rua X interditada&#8221; vai acabar se propagando por muito tempo depois da via ser liberada, uma vez que o texto é quase sempre escrito em tempo presente e a data/hora original se perde nas replicações.</p>
<p>Outro ponto: digamos que eu escreva sobre a rua interditada às 7h da manhã. Uma pessoa que me siga no Twitter poderá ver a mensagem somente às 10h. Para ela, a mensagem soará como síncrona. É como se tomássemos como &#8220;ao vivo&#8221; todas as informações que recebemos, quando na verdade elas não são.</p>
<p>Nada tão grave, mas principalmente para os formadores de opinião e jornalistas conectados, vale o aviso. Sempre tente posicionar os tweets no tempo e espaço antes de replicar.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2010%2F04%2Fo-efeito-eco-no-twitter.htm&amp;title=O%20efeito%20eco%20no%20Twitter" id="wpa2a_2">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>10 coisas que o Rio poderia aprender com São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou carioca, do tipo que força o erre de mermão e o chi de “tchia” e “leitche”. Que fala futiból e se emociona com as mesmas paisagens há mais de trinta anos. Mas isso não me impede de reconhecer algumas coisas que, sim, os cariocas podem e precisam aprender com os paulistas. São Paulo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-677" title="O Rio" src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/10/rio-150x150.jpg" alt="O Rio" width="150" height="150" /> Sou carioca, do tipo que força o erre de <em>mermão </em>e o chi de “tchia” e “leitche”. Que fala <em>futiból </em>e se emociona com as mesmas paisagens há mais de trinta anos. Mas isso não me impede de reconhecer algumas coisas que, sim, os cariocas podem e precisam aprender com os paulistas.</p>
<p>São Paulo é uma cidade estranha. É gigante, mas ao mesmo tempo provinciana. Julgo crer que muitos paulistas (e paulistanos) ignoram o fato de que existe civilização ao norte de Santos. É um lugar de leitura difícil, que não se explica totalmente na esquina da Ipiranga com São João, nem na deselegância discreta de suas meninas.<br />
<img class="alignright size-thumbnail wp-image-678" title="São Paulo" src="http://www.cassano.com.br/wp-content/uploads/2009/10/saopaulo-150x150.jpg" alt="São Paulo" width="150" height="150" /><br />
São Paulo se revela aos poucos, tímida. Vai mostrando sua face, um certo charme. Uma lógica própria perdida entre concreto e motoboys. Lógica que, como tal, faz sentido. Até o ponto em que você entende São Paulo e consegue ver além do óbvio, além do preconceito.</p>
<p>Há muitas coisas boas em São Paulo. Coisas que não me incomodariam nem um pouco se fizessem parte de uma “paulistização do carioca”. Por exemplo:</p>
<p>1)	Paulistas respeitam cruzamentos nas ruas;<br />
2)	Os sinais/semáforos/faróis ficam colocados no lado de lá do cruzamento. Assim, ninguém precisa ficar de pescoço torto só porque parou bem embaixo do dito-cujo;<br />
<strong>3)</strong> Nota Fiscal Paulista. Imagino que isso tenha reduzido horrores a sonegação, e com um benefício palpável para as pessoas (mesmo que simbólico);<br />
<strong>4)</strong> Futebol profissional;<br />
<strong>5)</strong> Aquela lombada invertida em alguns cruzamentos. Ok, elas detonam a suspensão, mas forçam o motorista a dar uma paradinha e olhar para os lados antes de avançar;<br />
<strong>6)</strong> Leis que pegam. Tenho a impressão de que algumas leis pegam em São Paulo (e outras não). Aqui, me parece que nenhuma lei pega, nunca;<br />
<strong>7)</strong> Metrô que realmente liga o ponto A ao ponto B;<br />
<strong>8)</strong> Obras. São Paulo está permanentemente em obras. Tem sempre algo subindo, um viaduto, uma nova estrada. Quando se resolve fazer obras no Rio saem monstros bizarros como a Cidade da Música;<br />
<strong>9)</strong> Friozinho gostoso. Não reclamaria se dias de Rio 40<sup>o</sup> fossem intercalados com noites de Rio 10<sup>o</sup>, vendo um filme na TV e acompanhados de boa comida e vinho;<br />
<strong>10)</strong> Macarrão. Aliás, São Paulo é a prova de que massa e macarrão não são a mesma coisa.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2009%2F10%2F10-coisas-que-o-rio-podia-aprender-com-sao-paulo.htm&amp;title=10%20coisas%20que%20o%20Rio%20poderia%20aprender%20com%20S%C3%A3o%20Paulo" id="wpa2a_4">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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