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	<title>Brogue do Cassano :: Comunicação, nerdices, mídias sociais e tecnologia &#187; twitter</title>
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	<description>Nerdices, tecnologia, internet, comunicação, mídias sociais e milkshake</description>
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		<title>Quando a liberdade manda os outros calarem a boca</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Por encomenda da turma do Tecnoblog, escrevi sobre os polêmicos Cala Boca Galvão e Tadeu Schmidt: Tadeu Schmidt até tem Twitter, mas quase não usa. A revelação surgiu enquanto o jornalista e apresentador da TV Globo fazia um bico de mestre de cerimônias no TEDxSudeste, no Rio de Janeiro. Bem-humorado, divertido, se encantou com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por encomenda da turma do <a href="http://www.tecnoblog.com.br">Tecnoblog</a>, escrevi sobre os polêmicos Cala Boca Galvão e Tadeu Schmidt:</strong></p>
<p>Tadeu Schmidt até tem Twitter, mas quase não usa. A revelação surgiu enquanto o jornalista e apresentador da TV Globo fazia um bico de mestre de cerimônias no <a href="http://www.tedxsudeste.com.br/2010/">TEDxSudeste</a>, no Rio de Janeiro. Bem-humorado, divertido, se encantou com as palestras e conduziu bem o evento. Naquele momento, ele não tinha como imaginar que toda aquela força de mobilização, que no evento se mostrava poderosa para disseminar arte, tecnologia, qualidade de vida e inclusão social, em pouco tempo seria usada para mandá-lo calar a boca.</p>
<p>Tadeu entrou de gaiato numa briga de gigantes: a Seleção Brasileira, a TV Globo (simbolizando toda a força da imprensa) e a “Opinião Pública”, senhora exaltada e volátil. Tudo começou com os ingredientes básicos do <em>viral-que-deu-certo</em>: uma personalidade que todo mundo conhece (graças à mídia de massa), um sentimento extremo em torno dessa celebridade (se for de rejeição, melhor; se for de odiar, melhor em dobro), um Twitter e algumas pessoas criativas, talentosas e com tempo livre. Pronto: nasce um “cala boca Galvão”.</p>
<p>Não faz sentido perder tempo avaliando se o “cala boca Galvão” é uma perda de tempo, é um desperdício de energia em torno de uma causa fútil ou se é uma genial e divertida prova da criatividade brasileira (ou todas as anteriores). Uma das frases que vi flutuando pelo Twitter definia bem o fenômeno: foi a maior piada interna já feita (no caso, interna a um país inteiro).</p>
<p>O Cala Boca é um <em>#CORRÃO</em> em rede nacional. Um fenômeno que saiu da mídia de massa, foi para as <em>internets </em>e voltou para a mídia de massa. E que se beneficiou das regras para determinar o que é tendência no Twitter ou não. E que se realimentou pela velha regra das redes, dos ricos que ficam mais ricos.</p>
<p>Aí sobrou para o Tadeu. Na guerra declarada entre o técnico Dunga e a TV Globo (ou contra a imprensa em geral), ele ficou na linha de tiro. Eleito porta-voz de um editorial da emissora contra o técnico, que havia supostamente ofendido um repórter da casa durante uma coletiva, ele foi alvo de um viral parasita. Virais parasitas são aquelas tréplicas de terremotos sociais. Viraizinhos que surgem pegando carona nos modelos e conteúdos de temas que realmente bombaram. Cala Boca Tadeu. É a revolta da incensurável internet contra a toda-poderosa emissora que quer censurar o técnico que quer censurar jornalista. Quer dizer, uma zona.</p>
<p>Na linha bem brasileira de torcer para o mais fraco, dificilmente a Casa de Galvão Bueno vai contar com alguma simpatia em duelos de Dungas contra Golias. O curioso é que, nos<em> trending topics</em> da vida e do Twitter, as mesmas pessoas que torcem contra a França de Henry comemoram os braços-de-Deus de Luis Fabiano. As mesmas pessoas que mandam o Galvão fechar matraca (mas não mudam de canal), não admitem qualquer tipo de censura ou ataque à liberdade de expressão (no caso, um ataque à “liberdade” de cercear a expressão. Ou vice-versa. Ou sei lá).</p>
<p>Sim, contraditório. Sim, com pesos exagerados para coisas desimportantes. Sim, criativo, divertido, autêntico. Sim, “nós” somos uma força como a imprensa, como a Seleção, como tudo. Sim, a internet é humana. Logo, não espere justiça, não espere coerência, não espere um uso sábio do poder. E não culpe a liberdade.</p>
<p>Essa liberdade – inclusive de mandar os outros calarem a boca – é a magia da internet.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2010%2F06%2Fquando-a-liberdade-manda-os-outros-calarem-a-boca.htm&amp;title=Quando%20a%20liberdade%20manda%20os%20outros%20calarem%20a%20boca" id="wpa2a_2">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O efeito eco no Twitter</title>
		<link>http://www.cassano.com.br/brogue/2010/04/o-efeito-eco-no-twitter.htm</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[assincronismo]]></category>
		<category><![CDATA[calamidade pública]]></category>
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		<category><![CDATA[efeito eco]]></category>
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		<description><![CDATA[Para que ninguém diga que sou deslumbrado: descobri uma falha no Twitter como modelo de comunicação. Uma das coisas mais bacanas dele e das redes sociais em geral é o funcionamento assíncrono. Explico: Telefone = síncrono. &#8220;Alô?&#8221; &#8220;Alô. Tudo bem?&#8221; &#8220;Tudo, e você?&#8221; &#8220;Tudo. Espera um minuto que vou tirar o gato de cima da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que ninguém diga que sou deslumbrado: descobri uma falha no Twitter como modelo de comunicação. Uma das coisas mais bacanas dele e das redes sociais em geral é o funcionamento assíncrono. Explico:</p>
<p><strong>Telefone = síncrono</strong>. &#8220;Alô?&#8221; &#8220;Alô. Tudo bem?&#8221; &#8220;Tudo, e você?&#8221; &#8220;Tudo. Espera um minuto que vou tirar o gato de cima da mesa&#8221; &#8220;Tá&#8230;&#8230;&#8230;&#8221;</p>
<p><strong>Twitter = assíncrono</strong>. &#8220;PQP! O gato arranhou a mesa toda!&#8221; &#8211; 15 minutos depois &#8211; &#8220;RT @emissor PQP! O gato arranhou a mesa toda! // Hahaha #rialto&#8221;</p>
<p>Essa característica permite que várias pessoas acompanhem e se engajem em inúmeras conversações sem que elas precisem virar operadoras de telemarketing. Mas isso tem um efeito problemático. Quando acontece algum evento de grande repercussão ou de calamidade pública, é absolutamente natural que as pessoas queiram repassar informações importantes para suas redes. </p>
<p>Falo isso ainda no calor de uma chuva fortíssima que alagou completamente a cidade do Rio de Janeiro. Bem no início da manhã, as emissoras de rádio e TV começaram a comunicar que o prefeito Eduardo Paes tinha pedido aos moradores que evitassem sair de casa, visto que as principais vias estavam interditadas. O prefeito usou seu próprio Twitter para isso.</p>
<p>Acontece que, embora o caos permaneça, as pessoas seguem replicando (fazendo retuítes, RTs) a mensagem por horas (escrevo este texto pouco antes das 10h), sem ter certeza de que o alerta continua válido. </p>
<p>Ou seja, o &#8220;Rua X interditada&#8221; vai acabar se propagando por muito tempo depois da via ser liberada, uma vez que o texto é quase sempre escrito em tempo presente e a data/hora original se perde nas replicações.</p>
<p>Outro ponto: digamos que eu escreva sobre a rua interditada às 7h da manhã. Uma pessoa que me siga no Twitter poderá ver a mensagem somente às 10h. Para ela, a mensagem soará como síncrona. É como se tomássemos como &#8220;ao vivo&#8221; todas as informações que recebemos, quando na verdade elas não são.</p>
<p>Nada tão grave, mas principalmente para os formadores de opinião e jornalistas conectados, vale o aviso. Sempre tente posicionar os tweets no tempo e espaço antes de replicar.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2010%2F04%2Fo-efeito-eco-no-twitter.htm&amp;title=O%20efeito%20eco%20no%20Twitter" id="wpa2a_4">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conjugações do verbo buzzar</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 21:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
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		<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[buzzar]]></category>
		<category><![CDATA[conjugação]]></category>
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		<description><![CDATA[Atendendo a pedidos, atualização do &#8220;Guia de Conjugação do Verbo Tuitar&#8221; para o novo Buzz, do Google. Quando vós buzzares, lembrai-vos destas conjugações. Formas Nominais: infinitivo: buzzar gerúndio: buzzando particípio: buzzado Presente do Indicativo eu buzzo tu buzzas ele buzza nós buzzamos vós buzzais eles buzzam Imperfeito do Indicativo eu buzzava tu buzzavas ele buzzava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo a pedidos, atualização do &#8220;<a href="http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/conjugacoes-do-verbo-tuitar.htm">Guia de Conjugação do Verbo Tuitar</a>&#8221; para o novo Buzz, do Google.</p>
<p>Quando vós buzzares, lembrai-vos destas conjugações.</p>
<p><strong>Formas Nominais:</strong><br />
<strong>infinitivo</strong>: buzzar<br />
<strong>gerúndio</strong>: buzzando<br />
<strong>particípio</strong>: buzzado</p>
<p><strong>Presente do Indicativo</strong><br />
eu buzzo<br />
tu buzzas<br />
ele buzza<br />
nós buzzamos<br />
vós buzzais<br />
eles buzzam</p>
<p><strong>Imperfeito do Indicativo</strong><br />
eu buzzava<br />
tu buzzavas<br />
ele buzzava<br />
nós buzzávamos<br />
vós buzzáveis<br />
eles buzzavam</p>
<p><strong>Perfeito do Indicativo</strong><br />
eu buzzei<br />
tu buzzaste<br />
ele buzzou<br />
nós buzzamos<br />
vós buzzastes<br />
eles buzzaram</p>
<p><strong>Mais-que-perfeito do Indicativo</strong><br />
eu buzzara<br />
tu buzzaras<br />
ele buzzara<br />
nós buzzáramos<br />
vós buzzáreis<br />
eles buzzaram</p>
<p><strong>Futuro do Pretérito do Indicativo</strong><br />
eu buzzaria<br />
tu buzzarias<br />
ele buzzaria<br />
nós buzzaríamos<br />
vós buzzaríeis<br />
eles buzzariam</p>
<p><strong>Futuro do Presente do Indicativo</strong><br />
eu buzzarei<br />
tu buzzarás<br />
ele buzzará<br />
nós buzzaremos<br />
vós buzzareis<br />
eles buzzarão</p>
<p><strong>Presente do Subjuntivo</strong><br />
que eu buzze<br />
que tu buzzes<br />
que ele buzze<br />
que nós buzzemos<br />
que vós buzzeis<br />
que eles buzzem</p>
<p><strong>Imperfeito do Subjuntivo</strong><br />
se eu buzzasse<br />
se tu buzzasses<br />
se ele buzzasse<br />
se nós buzzássemos<br />
se vós buzzásseis<br />
se eles buzzassem</p>
<p><strong>Futuro do Subjuntivo</strong><br />
quando eu buzzar<br />
quando tu buzzares<br />
quando ele buzzar<br />
quando nós buzzarmos<br />
quando vós buzzardes<br />
quando eles buzzarem</p>
<p><strong>Imperativo Afirmativo</strong><br />
buzza tu<br />
buzze ele<br />
buzzemos nós<br />
buzzai vós<br />
buzzem eles</p>
<p><strong>Imperativo Negativo</strong><br />
não buzzes tu<br />
não buzze ele<br />
não buzzemos nós<br />
não buzzeis vós<br />
não buzzem eles</p>
<p><strong>Infinitivo Pessoal</strong><br />
por buzzar eu<br />
por buzzares tu<br />
por buzzar ele<br />
por buzzarmos nós<br />
por buzzardes vós<br />
por buzzarem eles</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2010%2F02%2Fconjugacoes-do-verbo-buzzar.htm&amp;title=Conjuga%C3%A7%C3%B5es%20do%20verbo%20buzzar" id="wpa2a_6">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Twitter: perdemos tempo demais com nossas regras e etiquetas?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sou o homem que falava cassanês. Cassanês, dizem, é meu dialeto particular, que consiste em despejar palavras de maneira extremamente rápida, não raro pela metade e de forma muitas vezes incompreensível. Tento maneirar durante palestras ou entrevistas, mas no dia-a-dia é difícil mesmo segurar o ritmo. Mas acontece algo curioso. As pessoas mais próximas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Eu sou o homem que falava cassanês.</strong> Cassanês, dizem, é meu dialeto particular, que consiste em despejar palavras de maneira extremamente rápida, não raro pela metade e de forma muitas vezes incompreensível. Tento maneirar durante palestras ou entrevistas, mas no dia-a-dia é difícil mesmo segurar o ritmo. Mas acontece algo curioso. As pessoas mais próximas, que convivem comigo, acabam por aprender cassanês. Até onde eu sei, não há cursos, apostilas, gramáticas ou regras de como falar rápido-enrolado como eu. Elas aprendem por osmose. Assim como a gente acaba aprendendo a ouvir/falar um idioma só por estarmos vivendo num país.</p>
<p>O fenômeno que faz com que a convivência nos faça perceber e aprender códigos, regras e éticas de cada meio, vale para o uso da tecnologia e das redes sociais. Percebo isso quando <strong>vejo os novatos do Twitter dando RTs, usando tags, falando “corrão”</strong>. Como eles aprenderam? Qual foi seu manual?</p>
<p>Se é fato que há regras e etiquetas que sobrevivem ao crescimento do Twitter – e que definem a cultura de quem usa a ferramenta como algo maior que a ferramenta em si –, também é inevitável que muitas das “leis verbais” da rede se percam com seu crescimento. A vida é assim, não adianta fazer #mimimi.</p>
<p>Dá para dizer que <strong>quanto menor é a comunidade, quanto mais de nicho, mais regras ela tem. E mais destas regras são respeitadas</strong>. Experimente observar um grupo de motoqueiros, tipo <em>Hell’s Angels</em>. São inúmeros rituais, saudações, códigos&#8230; <strong>o mesmo vale para caminhoneiros, escoteiros, maçons e pioneiros do Twitter</strong>. Mas quando abrimos o foco de “caminhoneiros” para “motoristas”, os códigos rareiam e é preciso pôr polícia na rua para garantir que as regras básicas sejam respeitadas.</p>
<p>Conforme o Twitter cresce, reduz-se a sensação de grupo, de tribo. Como já não faz sentido falar em “internautas”, como a “blogosfera” hoje representa mais a panela dos <em>early</em> <em>adopters</em>, daqui a pouco não fará sentido nos percebemos como tuiteiros, twitters, o que for.</p>
<p><strong>O crescimento do Twitter diluirá suas regrinhas</strong>. Daqui a pouco USAR SEU JEITINHO E ESCREVER TUDO EM CAIXA ALTA pode deixar de ser falta grave (100 pontos na Carteira Twitteira de Habilitação). Dar RT sem citar a fonte pode não representar mais a apreensão da carteirinha de internauta. Usar script para ganhar usuários deixará de ser um problema. Na verdade, deixará de ser uma solução, quando nós, sub-celebridades digitais, assumirmos nosso posto real num ambiente popular e popularizado. <strong>E nada disso é necessariamente ruim.</strong></p>
<p>Quando o Homem instala uma sociedade, um grupo, há três coisas que ele invariavelmente acaba fazendo:</p>
<p><strong>1) </strong><strong>Ergue uma Igreja;</strong></p>
<p><strong>2) </strong><strong>Extermina os índios;</strong></p>
<p><strong>3) </strong><strong>Cria regras.</strong></p>
<p>As igrejas do vilarejo chamado Twitter são os gurus, os pioneiros, aqueles que elegemos como representantes das melhores práticas, líderes espirituais incontestes. Os índios não foram exterminados, mas a verdade é que, para os pioneiros, quanto mais os nativos do Orkut ficarem longe, melhor. <strong>Um dos motivos que nos faz adorar os <em>memes</em> é que sabemos que a maioria das pessoas não faz idéia do que eles são</strong>. Os <em>memes</em>, por serem exclusivos, nos mantêm ligados como grupo. Conhecer a Susan Boyle, o Zina, seguir o @realwbonner, saber do barraco A, B ou C. É o que nos une. Quando todos conhecem – ou quando o conhecimento está disperso – o grupo se dissipa.</p>
<p>Isso posto, será que faz sentido gastarmos tanta energia discutindo as vaidades de nosso mundinho? Será que não é perder tempo demais explorando só a parte visível do iceberg? <strong>Se o Twitter, como nosso ecossistema digital, não sobrevive a um bando de adolescentes clamando pelos Jonas Brothers ou tem sua credibilidade ameaçada por um post pago aqui e uma jovem que usa scripts acolá, o problema não está nem nos Jonas Brothers nem no script. O problema está no Twitter. </strong>O problema é dessa “sociedade” que a gente criou, que é frágil demais. Que depende de regras fadadas ao esquecimento. Os índios estão invadindo o forte-apache e queimando a igreja. Quer saber? Deixa invadir. Vai ser bom pra todo mundo.</p>
<p>O Twitter, as redes sociais em geral, são só o começo. Não adianta murar o terreno agora, pois o terreno está se expandindo, crescendo, novas espécies surgindo.  A gente tem mania de ficar discutindo porque o mar está recuando na praia ao invés de se preparar para o tsunami que vem em seguida. #<strong>prontofalei</strong>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2009%2F10%2Ftwitter-perdemos-tempo-demais-com-nossas-regras-e-etiquetas.htm&amp;title=Twitter%3A%20perdemos%20tempo%20demais%20com%20nossas%20regras%20e%20etiquetas%3F" id="wpa2a_8">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sobre rankings, celebridades e a natureza humana</title>
		<link>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/06/sobre-rankings-celebridades-e-a-natureza-humana.htm</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 02:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Treconologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O brilhante Alex Primo tem feito alguns posts em seu blog discutindo o sentido (ou a falta de) em se falar de celebridades da web. Isso me remeteu a outra boa e velha discussão: por que continuamos obcecados por virais, celebridades, TOP 10s e rankings que, teoricamente, deveriam ter sido banidos com a disseminação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brilhante Alex Primo tem feito alguns<a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/05/28/existem_celebridades_com_blogs_mas_nao_d" target="_blank"> posts em seu blog</a> discutindo o sentido (ou a falta de) em se falar de celebridades da web. Isso me remeteu a outra boa e velha discussão: por que continuamos obcecados por virais, celebridades, TOP 10s e rankings que, teoricamente, deveriam ter sido banidos com a disseminação da internet e das redes sociais?</p>
<p>Ora, acreditávamos que, livres da ameaça perniciosa da mídia de massa, finalmente poderíamos ver os filmes que quiséssemos, ouvir as bandas mais obscuras, nos informar nas fontes mais diversas. Estaríamos livres dos rankings da Billboard, mais vendidos da Veja ou maiores bilheterias nos EUA. Também estaríamos livres das celebridades ocas da TV.</p>
<p>Antes de entrar nos detalhes dessa discussão, vale um breve exercício. Acho que, cegos e apaixonados pela revolução tecnológica, atribuímos a ela uma responsabilidade além do que a tecnologia (qualquer uma) pode entregar: ousamos pensar que ela mudaria a essência do que somos.</p>
<p>Que me perdoem os ciberpunks, mas a tecnologia não muda o Homem. Darwin muda o Homem. Ou Deus, se preferir, muda o Homem. A internet e as tecnologias em geral mudam COMO fazemos as coisas, mudam O QUE fazemos, mudam até o QUANDO ou QUANTO fazemos. Mas a tecnologia não consegue mudar POR QUE fazemos. Porque o motivador de nossas ações são nossas necessidades e desejos mais íntimos.</p>
<p>Em alguma instância, mais próxima ou remota, comer um Big Mac, esperar o chefe sair da sala para ver o vídeo da Maíra do BBB no computador do trabalho ou baixar o filme dos X-Men são ações solicitadas pelo TCP-IP da existência: nosso DNA.</p>
<p>Partindo-se da premissa de que as tecnologias trazem respostas novas para problemas reformulados a partir de necessidades perenes, celebridades, rankings e TOP 10s são respostas a uma necessidade orgânica e psicológica nossa. Não são invenção maquiavélica e exclusiva da comunicação de massa.</p>
<p>Provavelmente, a gente gosta mesmo de baixaria e violência. Seja em que mídia for.</p>
<p>Sem entrar no mérito da validade ou não de se usar o termo “celebridade” para os fenômenos específicos da blogosfera, acredito que um conceito fundamental para entendermos esse comportamento da mídia de massa no contexto das redes sociais é o da escala: em muitos aspectos (não em todos, é claro), as redes sociais se comportam como um emaranhado de redes massivas em miniatura.</p>
<p>Explico antes que me crucifiquem: no que diz respeito a nossas buscas por referências externas, a internet não veio acabar com rankings, blockbusters, “mais vendidos”etc. Ela apenas fragmentou estes universos. Mudou as fontes. Se antes dependíamos da Billboard para nos dizer quais os 10 melhores discos do mês, hoje formamos nosso próprio ranking no Last.fm.</p>
<p>Se antes a Veja nos dizia que livros ler, hoje vemos que livros as pessoas mais parecidas conosco estão lendo na Amazon ou em redes sociais de livros. Se antes a bilheteria nos EUA era fundamental para definirmos que filmes veríamos no final de semana, hoje esse processo acontece na Net Movies, acontece no Torrent.</p>
<p>Mas os rankings permanecem. Se antes lia-se Paulo Coelho porque ele vendeu milhões de exemplares, hoje se segue o @fulano porque ele já tem 2 mil seguidores. “E não deve ter 2 mil seguidores à toa”.</p>
<p>Os meios, as ferramentas, os formadores de opinião mudaram. Mas a necessidade de termos respaldo na opinião de nossas (agora múltiplas) tribos permanecem. Antes pensávamos: “Um milhão de pessoas não podem estar erradas”. Hoje pensamos: “Todo mundo não pode estar errado.”</p>
<p>E nosso “todo mundo” equivale a 200 pessoas que curtem Zumbi do Mato (eu curto). 50 cineastas amadores de Botucatu. 20 evangélicas lésbicas de Bom Jesus do Itabapoana. O francês Michel Maffesolli retratou com precisão o aspecto tribal da geração das redes sociais&#8230; antes de existirem as redes sociais.</p>
<p>Porque isso não vem de Cupertino ou Mountain View, na Califórnia, vem de nosso cérebro. A gente simplesmente não consegue pensar sozinho. “Certo” ou “Errado” são conceitos relativos que dependem da cara de aprovação ou condenação do sujeito a seu lado.</p>
<p>Precisamos da “opinião dos outros”, mesmo que seja para negá-la. E isso gera as sub-pseudo-celebridades da web, isso gera as<em> tag clouds</em>, <em>trending</em><em> topics</em>, <em>trendhunters</em> e o que mais você disser em inglês que responda a uma pergunta básica: “Isso aqui é bom mesmo ou eu que sou um idiota?”</p>
<p>Isso explica nossa ridícula fascinação por número de seguidores, leitores de <em>feed</em>, amigos no Orkut. Ser uma pessoa tímida <em>offline</em> fazia você ser um forasteiro nas diversas tribos que freqüentava, mas você só era um Zé Ninguém uma tribo por vez. Não ter amigos no Orkut ou seguidores no Twitter faz de você um forasteiro no mundo, um lunático falando sozinho, um segregado, um Botsuana do capital social.</p>
<p>Voltando às celebridades da web, elas podem não ter o mesmo alcance de seus pares tradicionais. Podem não ter a disseminação multi-plataforma, nem ter um altar bacana como o da Paris Hilton. É, pode ser. Mas a motivação para colocá-las no alto desse altar é igualzinha. E a total falta de necessidade de algum conteúdo, ato, feito ou propósito real para se levar a celebridade ao altar também.</p>
<p>As redes são outras, as escalas são outras, as dinâmicas totalmente diferentes. Mas as pessoas&#8230; ah, essas são as mesmas. E continuarão sendo.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2009%2F06%2Fsobre-rankings-celebridades-e-a-natureza-humana.htm&amp;title=Sobre%20rankings%2C%20celebridades%20e%20a%20natureza%20humana" id="wpa2a_10">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Todo mundo quem?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 18:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[CIBT]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[etnocentrismo]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sociologia]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Todo mundo está falando que fulano vendeu um post&#8221;. É comum ouvir isso a cada polêmica ou nova febre no Twitter. “Todo mundo” alguma coisa. Na verdade, se você fizer uma enquete pelas ruas do Rio, de SP e de Recife, raríssimas serão as pessoas que estarão indignadas com o uso de scripts para seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todo mundo está falando que fulano vendeu um post&#8221;. É comum ouvir isso a cada polêmica ou nova febre no Twitter. “Todo mundo” alguma coisa. Na verdade, se você fizer uma enquete pelas ruas do Rio, de SP e de Recife, raríssimas serão as pessoas que estarão indignadas com o uso de scripts para seguir milhares de pessoas no Twitter. </p>
<p>O assunto, tampouco, foi pauta na reunião do G20, enredo de escola de samba (&#8220;<em>tuiteeeei&#8230; Lá da Sapucaí&#8230; E aí, e aí&#8230;</em>&#8220;) ou tema no sermão do padre (&#8220;<em>irmão, não seguireis a quem não te queres seguindo</em>&#8220;). Mas ainda assim a gente considera isso a preocupação maior de “todo mundo”.</p>
<p>Quem é “todo mundo”? Se a resposta é o infalível “depende”, o Twitter a torna ainda mais curiosa. A partir do momento em que você monta sua rede de 100, 200 seguidos, e começa a seguir aqueles desconhecidos com quem seus conhecidos conversam, você monta um universo fechado onde, mais ou menos, todo mundo segue todo mundo. É como um <em>Barrados no Baile</em>, onde todo mundo pegava todo mundo, só que sem a Shannon Doherty.</p>
<p>Como praticamente todas as conversas, desabafos, babados e polêmicas que você acompanha parecem fazer sentido – afinal você lê os diálogos quase inteiros -, têm-se a impressão de que você de fato segue “todo mundo”. Se seu universo de seguidos não toca no assunto, é porque o assunto obviamente não existe.</p>
<p>O novo Google somos nozes. São nossos contatos de primeiro e segundo grau que definem, via Twitter, o que é ou não é tendência. O que existe ou não. O que eu devo ver ou não. São eles que definem que posts pagos ou o viral da moda são o assunto preferido de “todo mundo”.</p>
<p>Para um humano normal, tal comportamento não passa de um fenômeno delicioso para os cientistas sociais analisarem. No fundo, ele não é novo. O “todo mundo” de cada sempre foi muito reduzido. A diferença é que agora ele tem ares de coisa quantificável. De fato aquele interminável rio de frases curtas parece ser tudo. Parece ser todo mundo.</p>
<p>Mas para quem trabalha com redes sociais, esse comportamento é perigoso. Precisamos praticar o sempre saudável exercício de nos afastarmos. De reconhecermos que, sim, “<em>Hanna Montanna</em>” é um dos assuntos mais quentes no Twitter hoje, embora ninguém que eu siga tenha falado sobre isso. É fundamental fugirmos do etnocentrismo, aqui travestido de um ciberetnocentrismo. De acharmos que virais, posts pagos e panes no Speedy são a paixão nacional. Mesmo que “todo mundo” só fale disso.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2009%2F04%2Ftodo-mundo-quem.htm&amp;title=Todo%20mundo%20quem%3F" id="wpa2a_12">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conjugações do verbo tuitar</title>
		<link>http://www.cassano.com.br/brogue/2009/03/conjugacoes-do-verbo-tuitar.htm</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 14:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa e verso]]></category>
		<category><![CDATA[conjugação]]></category>
		<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[tuitar]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[verbo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando vós tuitardes, lembrai-vos destas conjugações. Formas Nominais: infinitivo: tuitar gerúndio: tuitando particípio: tuitado Presente do Indicativo eu tuito tu tuitas ele tuita nós tuitamos vós tuitais eles tuitam Imperfeito do Indicativo eu tuitava tu tuitavas ele tuitava nós tuitávamos vós tuitáveis eles tuitavam Perfeito do Indicativo eu tuitei tu tuitaste ele tuitou nós tuitamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando vós tuitardes, lembrai-vos destas conjugações.</p>
<p><strong>Formas Nominais:</strong><br />
   infinitivo: tuitar<br />
   gerúndio: tuitando<br />
   particípio: tuitado</p>
<p><strong>Presente do Indicativo</strong><br />
   eu tuito<br />
   tu tuitas<br />
   ele tuita<br />
   nós tuitamos<br />
   vós tuitais<br />
   eles tuitam</p>
<p><strong>Imperfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitava<br />
   tu tuitavas<br />
   ele tuitava<br />
   nós tuitávamos<br />
   vós tuitáveis<br />
   eles tuitavam</p>
<p><strong>Perfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitei<br />
   tu tuitaste<br />
   ele tuitou<br />
   nós tuitamos<br />
   vós tuitastes<br />
   eles tuitaram</p>
<p><strong>Mais-que-perfeito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitara<br />
   tu tuitaras<br />
   ele tuitara<br />
   nós tuitáramos<br />
   vós tuitáreis<br />
   eles tuitaram</p>
<p><strong>Futuro do Pretérito do Indicativo</strong><br />
   eu tuitaria<br />
   tu tuitarias<br />
   ele tuitaria<br />
   nós tuitaríamos<br />
   vós tuitaríeis<br />
   eles tuitariam</p>
<p><strong>Futuro do Presente do Indicativo</strong><br />
   eu tuitarei<br />
   tu tuitarás<br />
   ele tuitará<br />
   nós tuitaremos<br />
   vós tuitareis<br />
   eles tuitarão</p>
<p><strong>Presente do Subjuntivo</strong><br />
   que eu tuite<br />
   que tu tuites<br />
   que ele tuite<br />
   que nós tuitemos<br />
   que vós tuiteis<br />
   que eles tuitem</p>
<p><strong>Imperfeito do Subjuntivo</strong><br />
   se eu tuitasse<br />
   se tu tuitasses<br />
   se ele tuitasse<br />
   se nós tuitássemos<br />
   se vós tuitásseis<br />
   se eles tuitassem</p>
<p><strong>Futuro do Subjuntivo</strong><br />
   quando eu tuitar<br />
   quando tu tuitares<br />
   quando ele tuitar<br />
   quando nós tuitarmos<br />
   quando vós tuitardes<br />
   quando eles tuitarem</p>
<p><strong>Imperativo Afirmativo</strong><br />
   tuita tu<br />
   tuite ele<br />
   tuitemos nós<br />
   tuitai vós<br />
   tuitem eles</p>
<p><strong>Imperativo Negativo</strong><br />
   não tuites tu<br />
   não tuite ele<br />
   não tuitemos nós<br />
   não tuiteis vós<br />
   não tuitem eles</p>
<p><strong>Infinitivo Pessoal</strong><br />
   por tuitar eu<br />
   por tuitares tu<br />
   por tuitar ele<br />
   por tuitarmos nós<br />
   por tuitardes vós<br />
   por tuitarem eles</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2009%2F03%2Fconjugacoes-do-verbo-tuitar.htm&amp;title=Conjuga%C3%A7%C3%B5es%20do%20verbo%20tuitar" id="wpa2a_14">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Twitter e as redes sociais efêmeras</title>
		<link>http://www.cassano.com.br/brogue/2008/07/o-twitter-e-as-redes-sociais-efmeras.htm</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 02:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A rede muda o tempo todo, como blocos de gelo se movendo sobre o mar gelado. Nesse sentido, o Twitter é a ponta de outro iceberg que esse organismo vivo e mutante que é a internet se prepara para jogar sobre nossas cabeças. Não porque inaugura a era das conversas, idéias, discussões e manifestos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/baleia-728911.jpg"><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/baleia-728778.jpg" border="0" alt="Baleia do Twitter" /></a>A rede muda o tempo todo, como blocos de gelo se movendo sobre o mar gelado. Nesse sentido, o Twitter é a ponta de outro iceberg que esse organismo vivo e mutante que é a internet se prepara para jogar sobre nossas cabeças. </p>
<p>Não porque inaugura a era das conversas, idéias, discussões e manifestos em 140 caracteres (nunca imaginei que coubesse tanta coisa em tão poucas letras). Nem porque revela novos formadores de opinião e deliciosos usuários <span style="font-style:italic;">fake </span>(o Oscar do Twitter para o @darthvader, por favor). </p>
<p>Na verdade, é por tudo isso que o Twitter é um iceberg desgovernado pilotado por um mamute míope, mas sobretudo por uma característica peculiar: ele é uma rede social diferente em sua estrutura, em sua mecânica e nos vínculos que unem seus membros. Pois vejamos:</p>
<p><a href="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/twitter_graph-759270.png"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/twitter_graph-759253.png" border="0" alt="Gráfico de seguidos e seguidores do Twitter" /></a><span style="font-weight:bold;">- É unilateral:</span> Ao contrário das redes sociais convencionais, o vínculo de amizade no Twitter é fraco. Para começar, não se pede autorização para se seguir alguém. Você segue, e ponto. Nem escolhe quem vai segui-lo, embora ainda possa bloquear pessoas. Isso muda tudo. Primeiro porque não há tantos escrúpulos em se deixar de seguir alguém. Excluir alguém de seu Orkut é dramático. Rende até música. É quase como rasgar fotos ou arranhar o vinil do Odair José do outro. “Desseguir” alguém no Twitter é normal.</p>
<p>Ainda por ser unilateral, cria figuras diferentes. No lugar dos dois extremos (solitário e popular), temos as diferentes gradações. Tem os seguidores natos, que praticamente ouvem e nada criam. Há os formadores de opinião, com poucos seguidos e milhares de seguidores. E há os neutros, onde boa parte dos seguidores na verdade estão retribuindo a gentileza de serem seguidos. No mundo das redes sociais, onde <span style="font-style:italic;">status </span>é a moeda corrente, isso muda tudo.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">- É totalmente estruturada em seus membros:</span> Não existe um portão da comunidade entre o público externo e seus membros. O sentimento de que se está “dentro do Twitter” é diferente de o sentimento de se estar “dentro do Orkut”. Além disso, sua extrema simplicidade difere do ambiente cada vez mais repleto de aplicativos das redes sociais convencionais. Ele é simples e direto.</p>
<p><a href="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/twitscoop-745222.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/twitscoop-745215.jpg" border="0" alt="Tela do TwitScoop" /></a><span style="font-weight:bold;">- É uma rede efêmera:</span> Esse é um dos pontos que mais me fascinam e em que mais aposto no longo prazo. O uso das <span style="font-style:italic;">tags </span>(palavras iniciadas com #) permite que comunidades se formem de forma instantânea e efêmera enquanto o assunto (um evento, um <span style="font-style:italic;">meme</span>, uma pessoa) estiver em voga. É o que acontece durante transmissões esportivas, por exemplo. </p>
<p>Usando a busca do próprio Twitter (o antigo Summize) ou outras ferramentas, os usuários iniciam um diálogo “maluco” onde não há um interlocutor definido. É como se ilustres desconhecidos subissem em seus telhados e gritassem com megafones frases sobre um assunto específico. E eles ouvirão uns aos outros, falarão ao mesmo tempo e, com boa vontade, vão acabar se entendendo. </p>
<p>Em nenhum momento eles necessariamente estabelecem vínculos entre si (amizades), nem com o tema (comunidades). Quando o assunto morre, cada um desce de seu telhado e a rede se desfaz. </p>
<p>O que ficam são os seguidos e seguidores que podem se formar e o histórico da conversa, publicado nas páginas de cada participante. Mas, salvo na busca pela <span style="font-style:italic;">tag</span>, isso permanece de forma totalmente dispersa. Para quem olha a parte, e não o todo, há apenas fragmentos sem sentido completo.</p>
<p>Isso tem grande impacto em como entendemos as redes sociais, os papéis das comunidades e especialmente em como quantificamos isso em nossos sistemas de mensuração. Que métricas precisaremos desenvolver para capturar isso?</p>
<p>O Twitter não é o fim. Mas ele é um modelo para as redes sociais do futuro que, no rastro da abertura permitida pelas APIs de integração inter-redes, serão cada vez mais abertas, transparentes, multiplataformas e efêmeras. Redes sociais sem muros nem membros, mas com milhares de construtores.</p>
<p>É fascinante esse mundo onde o chão é sólido como gelo. Que nosso mamute míope não encontre muitas baleias em seu caminho.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2008%2F07%2Fo-twitter-e-as-redes-sociais-efmeras.htm&amp;title=O%20Twitter%20e%20as%20redes%20sociais%20ef%C3%AAmeras" id="wpa2a_16">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Coleção de trocadilhos infames com o Twitter</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 20:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[- Sabe a banda favorita do Twitter? Twitted Sister.- E a série favorita? Twittlight Zone.- Cantiga de ninar? Twitt twitt little star.- Produtora de filmes favorita? Twitthieth Century Fox (by @sergiokeller)- Atriz-twitteira? Twitneth Patrol- Modelo Favorita? Twitggy (by @sergiokeller)- Cantor esquisitão? Twiggy Pop- Monstrinhos que se reproduzem com comida? Twemlins- Top model brasileira? Twittele Bündchen- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Sabe a banda favorita do Twitter? Twitted Sister.<br />- E a série favorita? Twittlight Zone.<br />- Cantiga de ninar? Twitt twitt little star.<br />- Produtora de filmes favorita? Twitthieth Century Fox (by @sergiokeller)<br />- Atriz-twitteira? Twitneth Patrol<br />- Modelo Favorita? Twitggy (by @sergiokeller)<br />- Cantor esquisitão? Twiggy Pop<br />- Monstrinhos que se reproduzem com comida? Twemlins<br />- Top model brasileira? Twittele Bündchen<br />- Ursinho favorito? Twinnie , the Pooh (by @sergiokeller)</p>
<p>Sabe de mais trocadilhos? Mande para <a href="http://www.twitter.com/rcassano">@rcassano</a> no twitter que eu atualizo a lista aqui.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2008%2F07%2Fcoleo-de-trocadilhos-infames-com-o.htm&amp;title=Cole%C3%A7%C3%A3o%20de%20trocadilhos%20infames%20com%20o%20Twitter" id="wpa2a_18">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>LiveChart: e Twitter: uma outra Formula1</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rcassano</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi pelo Twitter que descobri uma outra forma de acompanhar as corridas de Fórmula 1. Ligar a TV e abrir, no computador, o www.formula1.com. O site oficial da FOA traz o acompanhamento em tempo real da prova, com todos os tempos, trecho a trecho e comentários (melhores que os do Galvão). Uma das funcionalidades, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi pelo Twitter que descobri uma outra forma de acompanhar as corridas de Fórmula 1.</p>
<p>Ligar a TV e abrir, no computador, o <a href="http://www.formula1.com">www.formula1.com</a>. </p>
<p>O site oficial da FOA traz o acompanhamento em tempo real da prova, com todos os tempos, trecho a trecho e comentários (melhores que os do Galvão). Uma das funcionalidades, o Lap Chart, é uma fantástica forma de visualizar a prova, na forma de gráficos.</p>
<p><a href="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/livechart-777249.jpg"><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://www.cassano.com.br/brogue/uploaded_images/livechart-777243.jpg" border="0" alt="LiveChart F1" /></a>Sabe aqueles dados todos que o Galvão diz por ser amigo pessoal e camaradão de todos os odões da F1? Tá tudo lá, pra qualquer zé mané com conexão à internet.</p>
<p>Diga &#8220;eu já sabia!&#8221; toda vez que o Reginaldo disser: &#8220;Massa mais rápido que Hamilton no segundo trecho&#8230;&#8221;</p>
<p>E, pra completar, a turma-geek descobriu como transformar a F1 num evento colaborativo. Você vê pela tv, acompanha via Formula1.com e comenta pelo twitter. Basta usar e seguir a tag <a href="http://summize.com/search?q=%23f1">#F1</a>.</p>
<p><a href="http://www.twitter.com/rcassano">Siga o Brogue no Twitter</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.cassano.com.br%2Fbrogue%2F2008%2F07%2Flivechart-uma-outra-formula1.htm&amp;title=LiveChart%3A%20e%20Twitter%3A%20uma%20outra%20Formula1" id="wpa2a_20">Compartilhe e salve!</a></p>]]></content:encoded>
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