Cass@work

janeiro 21st, 2009

Aqui você encontra algumas reportagens, artigos e textos em geral que escrevi ao longo dos últimos anos.

Quase tudo o que pesa no capital social é regido pela mecânica das redes. As mesmas teorias que explicam as redes livres de porte mostram que elas são assim porque os links que têm mais tendem a ganhar mais.

Mídia social pressupõe olhar a relação mensagem-consumidor-produto de forma radicalmente diferente. O consumidor sai da ponta da cadeia produtiva para estar presente de ponta a ponta. Vale para todos os “P” do marketing.

Faça de conta que sua empresa é uma pessoa que acaba de chegar em uma festa e não conhece quem já está lá. Se souber agir com elegância e uma certa sabedoria, vai acabar se entrosando bem.

O Twitter é um iceberg desgovernado pilotado por um mamute míope, mas tem uma qualidade peculiar: é uma rede social diferente na estrutura, na mecânica e nos vínculos que unem seus membros.

A cada dia, avalanches de novos brasileiros entram na internet. Nunca ouviram falar do Cadê?, desconhecem IRC, Napster, guerra dos browsers. E os mais velhos na coisa se sentem como petistas no poder.

Falando de negócios, estamos dizendo que o grande desafio dos proprietários de conteúdo é torná-los rentáveis de uma maneira sintonizada com o momento do mundo.

Novas tecnologias para o marketing não devem violentar o consumidor. Hoje podemos invadir nosso público-alvo com a precisão de um míssil guiado por GPS, mas bombardeios cirúrgicos também causam estrago.

Imagine um banco comum. Mas como uma diferença: um banco open source, para praticar um capitalismo colaborativo, sem fins lucrativos. Um Wikibanco, onde o correntista é também acionista.

Artigo que escrevi em homenagem aos 10 anos do JB Online, primeiro jornal brasileiro na internet.

Nosso amigo tinha um conto engavetado há dois anos e agora resolveu aderir à licença regida pelo Creative Commons. Sentiu de novo aquela emoção da internet e aprendeu bastante sobre direitos autorais.

Entrevista para a Revista Oi.

Muitos daqueles que já foram jovens promissores da internet estão hoje no mercado tradicional, mas já não se encaixam bem nas profissões previamente definidas. Vão voltar com a pós–informação.

Se o banner pede para ser reinventado, a estratégia cross–media com produção de conteúdo específico online amplia bastante os resultados de uma campanha.

É difícil cobrar uma assinatura para conteúdo online quando há similar gratuito à disposição. A saída pode estar mesmo na publicidade, mas só com o amadurecimento de certas condições.

Aplicar o raciocínio de produção das emissoras de rádio AM pode ser a melhor estratégia para quem não quiser, ou não puder, migrar para a banda larga.

A busca por mais audiência e receitas imediatas e a adoção de um raciocínio típico de mídias de massa para a criação de conteúdo na internet pode pôr em risco o jornalismo digital.

Textos diversos

Palpites encerrados.