Fui hackeado!

É verdade, caros leitores. Nosso Brogue está definitivamente entre os grandes sites da internet mundial. Mais indispensável que a Veja, mais interessante que a Super. Na semana passada, apareceu um post bizarro por aqui, vendendo o medicamento Xanax (ou coisa parecida).

Desde logo preciso dizer que, até onde eu sei, nunca fui representante de qualquer farmacêutica ou mesmo de muambeiros. Logo, não poderia ter sido eu o autor da propaganda invasora.

A porta para o ataque foi minha opção em não usar o Blogger (ou similares), e sim um velho CGI de livros de visita (guestbook) como base do Brogue (Clique aqui para ler o primeiro post). Pelo visto, o tal revendedor de Xanax tem um robô que vasculha a Web em busca de scripts CGIs como o meu, e sai postando automaticamente suas propagandas.

Resultado: aposentei o CGI e voltei ao bom e velho editor de HTML para editar os textos. O problema não deve se repetir, mas se você se deparar aqui com algum texto ruim, com erros de ortografia, equivocado ou chato, não tenha dúvidas: sou inocente. Foi algum hacker...

Roberto Cassano
Terra, Via Láctea - Friday, March 11, 2005 at 06:22:31 (BRDT)



Hmmm... sei lá. Mil coisas.

Raios. Já tem quase uma semana desde a última atualização e não me vem idéia alguma à cabeça. Pensei em homenagear o aniversário do Rio de Janeiro, falando mal de São Paulo, lugar estranho onde os restaurantes servem babadores para quem for comer macarrão.

Pensei também em voltar ainda mais no tempo e me lembrar dos primeiros computadores que tive. Um MC 1000 da CCE (com teclinhas de borracha tipo chiclete e joguinhos em fita cassete que só vendiam no Boulevard da 28 de Setembro, em Vila Isabel). Depois veio um CP-400 da Prológica, chiquérrimo e, enfim, o maravilhoso MSX. Daí foi para o universo numérico dos PCs, começando por um 286 com tela preta e âmbar.

Hmmm. Sei não. Não sei o que escrever e noto que meu tamagotshi já reclama de fome, está murchinho num canto. Não sei se é falta de comida, de atenção ou de livros. Pensei em repercutir a volta do Super 11, aquele mesmo de que falei algumas semanas atrás. Ele voltou, acreditem! Utilizando a rede do provedor gratuito POP, da GVT, ele promete não só dar acesso gratuito como pagar aos usuários que ficarem pendurados nele. Tipo assim: você se conecta. Abre o Morango (ou o site de popozudas de sua preferência) e fica lá. Pela primeira vez na vida, alguém vai te pagar para ver mulher pelada. Não sei quanto a vocês, mas eu não investiria meus ricos reaiszinhos nesta iniciativa.

Também poderia falar sobre qualquer coisa, afinal isso aqui é um blog. Alguém está interessado numa resenha de Supremacia Bourne? Ou em conhecer o fantástico Darth Tater, o Darth Vader cabeça de batata? (Mais no blog do Ock-Tock).

Poderia falar sobre o Severino Cavalcanti ou engrossar o coro do Fora Rosinha (não desistam, companheiros!). Ou até mesmo falar sobre o dia em que o Canal Web conseguiu furos de reportagem entrevistando políticos no enterro de Mário Covas, data em que Esperidião Amim soltou a pérola: “Software em Santa Catarina? Rapaz, nós temos mais software que pão!”.

Bom... desisto. Amanhã penso em algo melhor.

Roberto Cassano
Terra, Via Láctea - Friday, March 04, 2005 at 01:10:06 (BRDT)


Textos de fevereiro/2005