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É verdade, caros leitores. Nosso Brogue está definitivamente entre os grandes sites da internet mundial. Mais indispensável que a Veja, mais interessante que a Super. Na semana passada, apareceu um post bizarro por aqui, vendendo o medicamento Xanax (ou coisa parecida).
Desde logo preciso dizer que, até onde eu sei, nunca fui representante de qualquer farmacêutica ou mesmo de muambeiros. Logo, não poderia ter sido eu o autor da propaganda invasora.
A porta para o ataque foi minha opção em não usar o Blogger (ou similares), e sim um velho CGI de livros de visita (guestbook) como base do Brogue (Clique aqui para ler o primeiro post). Pelo visto, o tal revendedor de Xanax tem um robô que vasculha a Web em busca de scripts CGIs como o meu, e sai postando automaticamente suas propagandas.
Resultado: aposentei o CGI e voltei ao bom e velho editor de HTML para editar os textos. O problema não deve se repetir, mas se você se deparar aqui com algum texto ruim, com erros de ortografia, equivocado ou chato, não tenha dúvidas: sou inocente. Foi algum hacker...
Roberto
Cassano Raios. Já tem quase
uma semana desde a última atualização e não me vem idéia alguma à cabeça.
Pensei em homenagear o aniversário do Rio de Janeiro, falando mal de São
Paulo, lugar estranho onde os restaurantes servem babadores para quem
for comer macarrão. Hmmm. Sei não. Não
sei o que escrever e noto que meu tamagotshi já reclama de fome, está
murchinho num canto. Não sei se é falta de comida, de atenção ou de livros.
Pensei em repercutir a volta do Super 11, aquele mesmo de que falei algumas
semanas atrás. Ele voltou, acreditem! Utilizando a rede do provedor gratuito
POP, da GVT, ele promete não só dar acesso gratuito como pagar aos usuários
que ficarem pendurados nele. Tipo assim: você se conecta. Abre o Morango
(ou o site de popozudas de sua preferência) e fica lá. Pela primeira vez
na vida, alguém vai te pagar para ver mulher pelada. Não sei quanto a
vocês, mas eu não investiria meus ricos reaiszinhos nesta iniciativa.
Poderia falar sobre
o Severino Cavalcanti ou engrossar o coro do Fora Rosinha (não desistam,
companheiros!). Ou até mesmo falar sobre o dia em que o Canal Web conseguiu
furos de reportagem entrevistando políticos no enterro de Mário Covas,
data em que Esperidião Amim soltou a pérola: “Software em Santa Catarina?
Rapaz, nós temos mais software que pão!”. Bom... desisto. Amanhã
penso em algo melhor. Roberto
Cassano Textos de fevereiro/2005
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