
Meu filho é bom no FIFA (o videogame que não se chama mais FIFA, mas ok). Eu era meia-boca, confesso. O que direfencia meu moleque de jogadores como eu, além do conhecimento de todos os dribles e comandos, é um estado em que o foco é tão pleno que o mundo todo parece em câmera lenta. Então, de forma quase mágica, é possível antecipar os movimentos do jogador adversário, executar uma complexa sequência de comandos numa fração de segundos e ter tempo para processar a melhor saída em qualquer situação. E se você está ansioso para eu chegar logo ao ponto desse texto, então fica aí que esse post é para você.
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